Morte e Vida Severina Remix
Projeto relê obra clássica readaptada à cultura digital e às novas artes
O escritor pernambucano João Cabral de Melo Neto (1920-1999) e sua obra clássica Morte e Vida Severina serviram de inspiração para o projeto Outros Silverinhos Remix, que traduz em imagens e sons o poema que conta a trágica vida e rotina de um imigrante nordestino em busca de uma vida mais digna, e que foi re-apropriado para o contexto da cultura digital e da eletrônica - especialmente a arte do remix e do sampling.O projeto acontece em São Paulo e envolve performances que são recortadas por intervenções ao vivo de áudio e vídeo produzidos pelo coletivo Embolex (foto abaixo), com direção geral de Lucas Bambozzi e Fernão Ciampa. Fazem parte da trupe do projeto o DJ Dolores, o multiinstrumentista Livio Tragtenberg, a artista plástica Lenora de Barros, o grupo Nação Zumbi, Toca Ogan e Dengue, que se apresentam em dias diferentes. Tem também o MC Gaspar (do grupo Záfrica Brasil) comandando tudo pelo microfone.
Feito de música para falar de música. Bailante para dançar. Poético para poetizar. Louco para enlouquecer.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Lenine apresenta nnovo álbum em Paris
Lenine apresenta novo álbum em Paris
Paris, 18 mar (EFE).- O cantor e compositor pernambucano Lenine apresentará amanhã seu mais recente álbum, "Labiata", em show único na tradicional casa parisiense Olympia.Em entrevista ao jornal francês "Le Monde", Lenine fala que sempre foi bem recebido na França, país onde tem se apresentado com frequência nos últimos anos.18/03/2009 - 14h20
Lenine apresenta novo álbum em Paris
Paris, 18 mar (EFE).- O cantor e compositor pernambucano Lenine apresentará amanhã seu mais recente álbum, "Labiata", em show único na tradicional casa parisiense Olympia.Em entrevista ao jornal francês "Le Monde", Lenine fala que sempre foi bem recebido na França, país onde tem se apresentado com frequência nos últimos anos.
Pode ser que seja porque tenho pinta de bretão, com minha cara de viking bárbaro", brincou o artista.Uma amostra dos laços de Lenine com a França é o hino que compôs para a celebração do ano do Brasil na França em 2005.Desta vez, o pernambucano trabalha junto com o músico francês Arthur H na composição do hino do ano da França no Brasil em 2009.Em 2004, Lenine fez uma série de shows na Cidade da Música de Paris, que foram compilados em um DVD intitulado "Lenine in Cité".O artista ainda disse ao "Monde" que se considera a salvo da pirataria, por ser "um artesão" da música."Tenho 70 mil fãs no Brasil que compram tudo o que faço. Estou a salvo. Não dependo nem da indústria, nem da crítica, nem do marketing. Meus admiradores querem que eu me arrisque, que experimente, que me jogue do 20º andar, se necessário", afirmou o pernambucano.Lenine ainda afirmou que "os efeitos depressivos e paralisantes da crise econômica" são mais notáveis na Europa, dizendo que, no Brasil, se nasce "com a ideia da instabilidade, a perspectiva da crise faz nascer outros sistemas, a solidariedade".O cantor assegurou que o Brasil assiste a um renascimento cultural, que vai além do que é feito no eixo Rio-São Paulo e que inclui "o Sul, com sua estética do frio", e o Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas.
Paris, 18 mar (EFE).- O cantor e compositor pernambucano Lenine apresentará amanhã seu mais recente álbum, "Labiata", em show único na tradicional casa parisiense Olympia.Em entrevista ao jornal francês "Le Monde", Lenine fala que sempre foi bem recebido na França, país onde tem se apresentado com frequência nos últimos anos.18/03/2009 - 14h20
Lenine apresenta novo álbum em Paris
Paris, 18 mar (EFE).- O cantor e compositor pernambucano Lenine apresentará amanhã seu mais recente álbum, "Labiata", em show único na tradicional casa parisiense Olympia.Em entrevista ao jornal francês "Le Monde", Lenine fala que sempre foi bem recebido na França, país onde tem se apresentado com frequência nos últimos anos.
Pode ser que seja porque tenho pinta de bretão, com minha cara de viking bárbaro", brincou o artista.Uma amostra dos laços de Lenine com a França é o hino que compôs para a celebração do ano do Brasil na França em 2005.Desta vez, o pernambucano trabalha junto com o músico francês Arthur H na composição do hino do ano da França no Brasil em 2009.Em 2004, Lenine fez uma série de shows na Cidade da Música de Paris, que foram compilados em um DVD intitulado "Lenine in Cité".O artista ainda disse ao "Monde" que se considera a salvo da pirataria, por ser "um artesão" da música."Tenho 70 mil fãs no Brasil que compram tudo o que faço. Estou a salvo. Não dependo nem da indústria, nem da crítica, nem do marketing. Meus admiradores querem que eu me arrisque, que experimente, que me jogue do 20º andar, se necessário", afirmou o pernambucano.Lenine ainda afirmou que "os efeitos depressivos e paralisantes da crise econômica" são mais notáveis na Europa, dizendo que, no Brasil, se nasce "com a ideia da instabilidade, a perspectiva da crise faz nascer outros sistemas, a solidariedade".O cantor assegurou que o Brasil assiste a um renascimento cultural, que vai além do que é feito no eixo Rio-São Paulo e que inclui "o Sul, com sua estética do frio", e o Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas.
Flaming Lips fazem versão psicodélica de Madonna, e Dolly Parton vai de Led Zeppelin
Flaming Lips fazem versão psicodélica de Madonna, e Dolly Parton vai de Led Zeppelin
MARCELO NEGROMONTEEditor de Entretenimento do UOL
Madonna na época de Borderline, em 1985; Flaming Lips fazem cover
Wayne Coyne e o seu Flaming Lips encarnam uma "material girl" lisérgica no cover de "Borderline", uma pequena viagem de quase seis minutos por um dos primeiros sucessos de Madonna (veja o vídeo). Essa música está na coletânea "Covered - A Revolution in Sounds: Warner Bros. Records", que celebra os 50 anos da gravadora com versões de canções que marcaram a história da empresa.O belga Reeto Von Gunten, conhecido musicalmente como Low Motion Disco, é remixado pelos conterrâneos do Aeroplane (dupla presente em outras edições do Remistura) em "Love Love Love". Então você aproveita essa disco suavemente aerada, porque depois vem folk/country geneticamente modificado.Como a sempre jovem Dolly Parton e sua versão para "Stairway to Heaven", clássico do Led Zeppelin, que se torna um gospel-country no final, se isso pudesse existir.A estupenda Amy Winehouse canta/pergunta "Will You Still Love me Tomorrow", famosa com Carole King, de maneira tão sincera que a única saída é dizer "sim, Amy". Essa versão está na trilha do filme "Bridget Jones - No Limite da Razão".O australiano Mick Harvey vai de Serge Gainsbourg em inglês com "Initials B.B.", que integra o álbum "Intoxicated Man", de 1995, só com versões de músicas do cantor e compositor francês.A dupla de produtores Pocketnife e Cousin Cole remixam, respectivamente, Bruce Springsteen ("I'm on Fire") e John Lennon ("Oh Yoko"), que estão juntos também no álbum "Tambourine Dream", com remixes de canções folk/pop.O programa termina com sintetizadores da banda Telex, que reconstrói "Rock Around the Clock", de Bill Haley, e com Lassigue Bendthaus (o alemão Uwe Schmidt, o homem que atende também por Señor Coconut), que processa eletronicamente "Ashes to Ashes", de David Bowie.
MARCELO NEGROMONTEEditor de Entretenimento do UOL
Madonna na época de Borderline, em 1985; Flaming Lips fazem cover
Wayne Coyne e o seu Flaming Lips encarnam uma "material girl" lisérgica no cover de "Borderline", uma pequena viagem de quase seis minutos por um dos primeiros sucessos de Madonna (veja o vídeo). Essa música está na coletânea "Covered - A Revolution in Sounds: Warner Bros. Records", que celebra os 50 anos da gravadora com versões de canções que marcaram a história da empresa.O belga Reeto Von Gunten, conhecido musicalmente como Low Motion Disco, é remixado pelos conterrâneos do Aeroplane (dupla presente em outras edições do Remistura) em "Love Love Love". Então você aproveita essa disco suavemente aerada, porque depois vem folk/country geneticamente modificado.Como a sempre jovem Dolly Parton e sua versão para "Stairway to Heaven", clássico do Led Zeppelin, que se torna um gospel-country no final, se isso pudesse existir.A estupenda Amy Winehouse canta/pergunta "Will You Still Love me Tomorrow", famosa com Carole King, de maneira tão sincera que a única saída é dizer "sim, Amy". Essa versão está na trilha do filme "Bridget Jones - No Limite da Razão".O australiano Mick Harvey vai de Serge Gainsbourg em inglês com "Initials B.B.", que integra o álbum "Intoxicated Man", de 1995, só com versões de músicas do cantor e compositor francês.A dupla de produtores Pocketnife e Cousin Cole remixam, respectivamente, Bruce Springsteen ("I'm on Fire") e John Lennon ("Oh Yoko"), que estão juntos também no álbum "Tambourine Dream", com remixes de canções folk/pop.O programa termina com sintetizadores da banda Telex, que reconstrói "Rock Around the Clock", de Bill Haley, e com Lassigue Bendthaus (o alemão Uwe Schmidt, o homem que atende também por Señor Coconut), que processa eletronicamente "Ashes to Ashes", de David Bowie.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Dupla de brasileiro e norte-americano lança seu primeiro disco
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on error resume next
ShockMode = (IsObject(CreateObject("ShockwaveFlash.ShockwaveFlash.6")))
if ( ShockMode
THIAGO NEYda Folha de S.Paulo
Tom Waits, David Byrne, Kanye West, Karen O. (Yeah Yeah Yeahs), Chuck D. (Public Enemy), John Frusciante (Red Hot Chili Peppers), M.I.A., George Clinton. Parece a lista de convidados de uma festa de aniversário da Paris Hilton, mas são alguns dos artistas que estão em "The Spirit of Apollo", disco de estreia da dupla N.A.S.A..
N.A.S.A. é acrônimo para North America South America. Explica-se o nome: o duo é formado pelo norte-americano Sam Spiegel (irmão do cultuado cineasta Spike Jonze), 29, e pelo paulistano Zé Gonzales, 39.
"Spirit of Apollo" acaba de sair nos EUA, em lançamento do selo Anti. Com tanta gente envolvida, o disco poderia ter saído como um frankenstein formado por várias faces e nenhuma personalidade. Mas a dupla costura as diversas referências (pop, rock, hip hop, eletrônica) com precisão e fluidez.
"Acima de tudo, é um disco de produtor. As músicas têm uma uniformidade, mesmo aquelas que trazem instrumentação mais heterodoxa", diz Zé Gonzales à Folha, de Paris, uma das cidades que recebem show do N.A.S.A..
"Ao ouvir o disco, você verá que tem começo, meio e fim. Os temas [das faixas] estão ligados, há uma certa história. Há uma ligação de temas. A todo artista que convidávamos, explicávamos o que era o projeto, como a música deveria soar, como seria a colaboração."
A maioria das participações foi gravada ao vivo, em estúdio. Para isso, Gonzales e Spiegel viajaram a lugares como Jamaica, Nova York, Havaí, Estocolmo, Chicago, San Francisco e Brasil (aqui, produziram parte da instrumentação e da percussão do álbum). Apenas três artistas não colocaram suas vozes ao vivo: David Byrne e os rappers americanos Ol' Dirty Bastard e Ghostface Killah.
"Quando começamos a fazer o disco, não tínhamos gravadora. Foi complicado, faltava dinheiro. Mas o projeto foi crescendo e ficou mais fácil convencer outros artistas a participar. Muitos deles toparam colaborar sem ganhar nada."
Gestação
No Brasil, Zegon (como Gonzales se apresenta nos EUA) já produziu ou tocou com artistas tão variados quanto Planet Hemp, Racionais MC's, Sepultura e Wanessa Camargo.
Nos EUA, Zegon discotecou em clubes e festas. Mudou-se para Los Angeles em 2003 (para a casa de Mario Caldato, produtor de Beastie Boys e Mallu Magalhães, por exemplo). Numa dessas festas, conheceu Spiegel (que também atende por Squeak E. Clean).
"No dia seguinte, começamos a fazer música, por brincadeira. Passados uns três meses, tínhamos várias coisas. Gravamos uma faixa com o [rapper] Fat Lip. E queríamos que o Ol' Dirty participasse dessa faixa, pois eles têm estilos diferentes e essa união ficaria curiosa."
"Mandamos as bases e ele topou. Depois entrou a Karen O., que gravou o refrão dessa mesma música. Então surgiu a ideia de unir extremos da música pop. E fomos atrás de colaborações inusitadas, como David Byrne com Chuck D., ou Tom Waits com Kool Keith."
A gestação do álbum durou cinco anos --apenas no ano passado "Spirit of Apollo" foi finalmente concluído (após Kanye West colocar a voz em "Gifted", música que traz ainda a hypada americana Santigold e a sueca Lykke Li).
O longo período fez a dupla temer colocar nas lojas um disco que já sairia datado.
"Ficamos um pouco inseguros, pensamos em atualizar algumas batidas", lembra Zegon, "mas decidimos levar adiante o que havíamos produzido. Não fizemos um disco de moda, não tem a cara de 2008 ou de 2009. Não é de época nenhuma".
Em "The Spirit of Apollo", hip hop, rock e eletrônica aparecem diluídos em arranjos quase experimentalistas. A dupla quer colocar suas faixas nas pistas e, para isso, convocou DJs e produtores como Soulwax e Justice, entre outros, para remixar todas as músicas do disco. Esses remixes serão lançados oficialmente em breve.
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THIAGO NEYda Folha de S.Paulo
Tom Waits, David Byrne, Kanye West, Karen O. (Yeah Yeah Yeahs), Chuck D. (Public Enemy), John Frusciante (Red Hot Chili Peppers), M.I.A., George Clinton. Parece a lista de convidados de uma festa de aniversário da Paris Hilton, mas são alguns dos artistas que estão em "The Spirit of Apollo", disco de estreia da dupla N.A.S.A..
N.A.S.A. é acrônimo para North America South America. Explica-se o nome: o duo é formado pelo norte-americano Sam Spiegel (irmão do cultuado cineasta Spike Jonze), 29, e pelo paulistano Zé Gonzales, 39.
"Spirit of Apollo" acaba de sair nos EUA, em lançamento do selo Anti. Com tanta gente envolvida, o disco poderia ter saído como um frankenstein formado por várias faces e nenhuma personalidade. Mas a dupla costura as diversas referências (pop, rock, hip hop, eletrônica) com precisão e fluidez.
"Acima de tudo, é um disco de produtor. As músicas têm uma uniformidade, mesmo aquelas que trazem instrumentação mais heterodoxa", diz Zé Gonzales à Folha, de Paris, uma das cidades que recebem show do N.A.S.A..
"Ao ouvir o disco, você verá que tem começo, meio e fim. Os temas [das faixas] estão ligados, há uma certa história. Há uma ligação de temas. A todo artista que convidávamos, explicávamos o que era o projeto, como a música deveria soar, como seria a colaboração."
A maioria das participações foi gravada ao vivo, em estúdio. Para isso, Gonzales e Spiegel viajaram a lugares como Jamaica, Nova York, Havaí, Estocolmo, Chicago, San Francisco e Brasil (aqui, produziram parte da instrumentação e da percussão do álbum). Apenas três artistas não colocaram suas vozes ao vivo: David Byrne e os rappers americanos Ol' Dirty Bastard e Ghostface Killah.
"Quando começamos a fazer o disco, não tínhamos gravadora. Foi complicado, faltava dinheiro. Mas o projeto foi crescendo e ficou mais fácil convencer outros artistas a participar. Muitos deles toparam colaborar sem ganhar nada."
Gestação
No Brasil, Zegon (como Gonzales se apresenta nos EUA) já produziu ou tocou com artistas tão variados quanto Planet Hemp, Racionais MC's, Sepultura e Wanessa Camargo.
Nos EUA, Zegon discotecou em clubes e festas. Mudou-se para Los Angeles em 2003 (para a casa de Mario Caldato, produtor de Beastie Boys e Mallu Magalhães, por exemplo). Numa dessas festas, conheceu Spiegel (que também atende por Squeak E. Clean).
"No dia seguinte, começamos a fazer música, por brincadeira. Passados uns três meses, tínhamos várias coisas. Gravamos uma faixa com o [rapper] Fat Lip. E queríamos que o Ol' Dirty participasse dessa faixa, pois eles têm estilos diferentes e essa união ficaria curiosa."
"Mandamos as bases e ele topou. Depois entrou a Karen O., que gravou o refrão dessa mesma música. Então surgiu a ideia de unir extremos da música pop. E fomos atrás de colaborações inusitadas, como David Byrne com Chuck D., ou Tom Waits com Kool Keith."
A gestação do álbum durou cinco anos --apenas no ano passado "Spirit of Apollo" foi finalmente concluído (após Kanye West colocar a voz em "Gifted", música que traz ainda a hypada americana Santigold e a sueca Lykke Li).
O longo período fez a dupla temer colocar nas lojas um disco que já sairia datado.
"Ficamos um pouco inseguros, pensamos em atualizar algumas batidas", lembra Zegon, "mas decidimos levar adiante o que havíamos produzido. Não fizemos um disco de moda, não tem a cara de 2008 ou de 2009. Não é de época nenhuma".
Em "The Spirit of Apollo", hip hop, rock e eletrônica aparecem diluídos em arranjos quase experimentalistas. A dupla quer colocar suas faixas nas pistas e, para isso, convocou DJs e produtores como Soulwax e Justice, entre outros, para remixar todas as músicas do disco. Esses remixes serão lançados oficialmente em breve.
Moska faz um retrato do processo criativo
Paulinho Moska é um artista interessado em diversas mídias. Além da música o compositor sempre teve focos em artes plásticas, filosofia, fotografia e, mais recentemente, em televisão. Há três anos Moska apresenta o programa Zoombido, no Canal Brasil. Estabelecendo papos/parcerias com diversos artistas, Paulinho Moska tenta traçar o perfil e mapear o gênese do processo criativo de diversos colegas. A Biscoito Fino começa a colocar em catálogo esse portrait em uma série de DVDs e CDs, e o primeiro volume traz Moska ao lado de artistas como Lenine, Zeca Baleiro, Chico César, Mart'nália, Pedro Luis e Zeca Pagodinho.
Nos programas Moska não tem a intenção de ser entrevistador em busca do furo de reportagem. Seu papel é de mediador/participante, trocando experiências e impressões com os colegas. Nesse patamar consegue deixar os convidados à vontade para registrar cenas de seus primeiros acordes e também particularidades de seus processos de criação. O formato do programa inclui três números para cada convidado. No primeiro, ele está sozinho com seu instrumento. Depois tem a interação do anfitrião, que registra o número em fotografias inusitadas. O terceiro momento traz um dueto espontâneo, sem ensaio anterior.
O programa também propõe uma saudável brincadeira: uma criação coletiva. Moska iniciou uma música e cada convidado contribui com um verso e a melodia da música. Assim, criam a coletiva Pra se fazer uma canção, composição colada entre Frejat, Zé Renato, Jorge Vercilo, Joyce, Gilberto Gil, Zélia Duncan, Oswaldo Montenegro, Lenine entre muitos outros, em um total de 26 autores. "E a canção é de ninguém", conclui Chico César. A cada temporada uma canção é composta.
Nesse primeiro volume Moska junta um time especial de criadores e faz o retrato de artistas de forte personalidade e expressão. A exceção fica com o programa de Zeca Pagodinho, que foge do formato e apresenta uma roda de samba e amigos. Entre histórias e músicas, Zeca está ao lado de Arlindo Cruz, Monarco, Mauro Diniz e Juliana Diniz.
A bem vinda edição do programa em uma série de DVDs documenta focos diferentes dos tradicionais. Moska busca a semente da criação de seus colegas e, falando a mesma língua e trocando experiências, estabelece um papo revelador de grandes artistas brasileiros. Inquieto, Paulinho Moska multiplica sua forma de expressão e proporciona uma visão não tradicional dos artistas.
Nos programas Moska não tem a intenção de ser entrevistador em busca do furo de reportagem. Seu papel é de mediador/participante, trocando experiências e impressões com os colegas. Nesse patamar consegue deixar os convidados à vontade para registrar cenas de seus primeiros acordes e também particularidades de seus processos de criação. O formato do programa inclui três números para cada convidado. No primeiro, ele está sozinho com seu instrumento. Depois tem a interação do anfitrião, que registra o número em fotografias inusitadas. O terceiro momento traz um dueto espontâneo, sem ensaio anterior.
O programa também propõe uma saudável brincadeira: uma criação coletiva. Moska iniciou uma música e cada convidado contribui com um verso e a melodia da música. Assim, criam a coletiva Pra se fazer uma canção, composição colada entre Frejat, Zé Renato, Jorge Vercilo, Joyce, Gilberto Gil, Zélia Duncan, Oswaldo Montenegro, Lenine entre muitos outros, em um total de 26 autores. "E a canção é de ninguém", conclui Chico César. A cada temporada uma canção é composta.
Nesse primeiro volume Moska junta um time especial de criadores e faz o retrato de artistas de forte personalidade e expressão. A exceção fica com o programa de Zeca Pagodinho, que foge do formato e apresenta uma roda de samba e amigos. Entre histórias e músicas, Zeca está ao lado de Arlindo Cruz, Monarco, Mauro Diniz e Juliana Diniz.
A bem vinda edição do programa em uma série de DVDs documenta focos diferentes dos tradicionais. Moska busca a semente da criação de seus colegas e, falando a mesma língua e trocando experiências, estabelece um papo revelador de grandes artistas brasileiros. Inquieto, Paulinho Moska multiplica sua forma de expressão e proporciona uma visão não tradicional dos artistas.
ಪೆರ್ಕುರ್ಸಿಒನಿಸ್ತ ಬ್ರಸಿಲಇರೋ ಅಪ್ರೆಸೆಂತ ಎಸ್ಪೆತ್áಕಲೋ ಎಂ Madri
Madri, 27 fev (EFE).- O percussionista brasileiro Fernandinho Marconi apresenta no próximo domingo em Madri um espetáculo de manifestações culturais do Brasil com a capoeira e o candomblé como protagonistas.Dezesseis dançarinos e percussionistas recriarão rituais religiosos brasileiros, o carnaval e a luta.O candomblé, a capoeira e o afoxé "são de alguma forma três manifestações artísticas que estão presentes em todo Brasil", declarou Marconi à Agência Efe em Madri durante um dos ensaios.As danças brasileiras foram incluídas este ano dentro do ciclo de Música Sacra do Teatro do Canal, em Madri.Durante o espetáculo o público poderá desfrutar da encenação dos rituais de adoração de sete das divindades do candomblé, como Oxum ou Xangô.Segundo o percussionista, "a maior parte do carnaval do Brasil está relacionado ao afoxé", cuja origem está no carnaval de Salvador e com o qual pretende "envolver o público no espetáculo
sábado, 14 de fevereiro de 2009
YouTube renova com Sony Music para exibir vídeos musicais
NOVA YORK (Reuters) - O popular site de vídeos online YouTube renovou seu acordo global de licenciamento com a Sony Music Entertainment, de modo que poderá continuar a exibir vídeos musicais de artistas como Beyoncé e Avril Lavrigne. A informação foi divulgada na quinta-feira por pessoas familiarizadas com as negociações.
O contrato renovado com a Sony, a segunda maior empresa mundial de música, é importante em vista da decisão tomada pelo Warner Music Group de não renegociar seu contrato semelhante com o YouTube, em dezembro passado, devido a uma disputa em torno das taxas de licenciamento. A Warner pediu ao YouTube que tire seus vídeos musicais do ar.
Uma pessoa a par dos planos da Sony Music disse que a empresa ainda vê grande valor, tanto para os artistas da Sony quanto para seus fãs, no enorme número de usuários do YouTube.
O YouTube, que pertence ao Google, teve mais de 100 milhões de usuários em dezembro, segundo dados do serviço de medição de audiência na Web comScore.
As licenças de exibição de vídeos musicais que o YouTube tem com o Universal Music Group, a maior empresa de música do mundo, e a EMI Music, ainda estão vigentes. Mas as negociações para a renovação desses contratos devem começar dentro em breve, segundo outra fonte.
Os vídeos musicais, antes uma ferramenta promocional gratuita exibida na televisão, se tornaram uma das maiores fontes de receita digital de empresas de música, exibidos em sites como YouTube e MySpace, este pertencente à News Corporation.
Os selos musicais assinaram contratos de licenciamento com o YouTube em 2006, inovando nessa área, e agora querem elevar o pagamento que recebem do popular site de vídeos.
Os selos ganham em média meio centavo de dólar cada vez que um usuário assiste a um de seus vídeos no YouTube. Outra possibilidade é a gravadora dividir com o site a receita publicitária relacionada ao vídeo.
O YouTube, que também procura aumentar sua receita e reduzir seus custos, está negociando mais duramente com as gravadoras, para tentar melhorar os termos dos contratos em seu próprio favor.
O contrato renovado com a Sony, a segunda maior empresa mundial de música, é importante em vista da decisão tomada pelo Warner Music Group de não renegociar seu contrato semelhante com o YouTube, em dezembro passado, devido a uma disputa em torno das taxas de licenciamento. A Warner pediu ao YouTube que tire seus vídeos musicais do ar.
Uma pessoa a par dos planos da Sony Music disse que a empresa ainda vê grande valor, tanto para os artistas da Sony quanto para seus fãs, no enorme número de usuários do YouTube.
O YouTube, que pertence ao Google, teve mais de 100 milhões de usuários em dezembro, segundo dados do serviço de medição de audiência na Web comScore.
As licenças de exibição de vídeos musicais que o YouTube tem com o Universal Music Group, a maior empresa de música do mundo, e a EMI Music, ainda estão vigentes. Mas as negociações para a renovação desses contratos devem começar dentro em breve, segundo outra fonte.
Os vídeos musicais, antes uma ferramenta promocional gratuita exibida na televisão, se tornaram uma das maiores fontes de receita digital de empresas de música, exibidos em sites como YouTube e MySpace, este pertencente à News Corporation.
Os selos musicais assinaram contratos de licenciamento com o YouTube em 2006, inovando nessa área, e agora querem elevar o pagamento que recebem do popular site de vídeos.
Os selos ganham em média meio centavo de dólar cada vez que um usuário assiste a um de seus vídeos no YouTube. Outra possibilidade é a gravadora dividir com o site a receita publicitária relacionada ao vídeo.
O YouTube, que também procura aumentar sua receita e reduzir seus custos, está negociando mais duramente com as gravadoras, para tentar melhorar os termos dos contratos em seu próprio favor.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
ಗ್ರಮ್ಮ್ಯ್ 2009
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Palpites ao Grammy 2009, parte 1
Outubro 21, 2008 in Música, Prêmios
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Nessa semana foi divulgada a lista oficial de submissões ao Grammy, aquela que as gravadoras enviam sua seleção para o artista em cada categoria. É certo que os indicados sairão dessas listas, mas como algumas categorias tem mais de 500 candidatos, resolvi simplicar e fazer uma série de posts com meus palpites à premiação, comentando as expectativas em relação aos indicados e também a outras possibilidades. Também deixo minha opinião sobre quem deveria ser nomeado em cada categoria e a lista completa das submissões. Ao contrário dos anos anteriores, a cerimônia para o anúncio dos indicados ao Grammy 2009 terá transmissão ao vivo e deve ocorrer no início de Dezembro. Esse é apenas o primeiro de muitos posts em que discuto sobre os diversos segmentos, começando pelo principal - que inclui quatro categorias. Sugestões são aceitas, até pelo fato que divulgarei uma lista final de palpites no final de Novembro.
categoria 1. ÁLBUM DO ANO
Ao contrário do ano passado, essa disputa parece estar bem aberta até o momento. 2008 não foi um excelente ano para a indústria da música e isso reflete diretamente na escolha dos indicados à principal categoria do Grammy. Geralmente os votantes contemplam ao menos um grande sucesso de vendas e um artista tradicional (que provavelmente já foi indicado outras vezes ao prêmio, inclusive nessa categoria), deixando as vagas restantes para discos aclamados pela crítica. A divisão de gênero também é muito comum, visto que há anos ao menos um álbum de rap, um de rock e outro de country é indicado. Ou seja, o pop não é a única categoria a dominar nesse segmento. Muitos apostam no Coldplay como grandes favoritos, visto que até gravação do ano já venceram (com “Clocks”), mas nunca conquistaram o prêmio principal. Alison Krauss, que já tem mais de vinte Grammys, parece ter uma indicação certa aqui com sua parceria ao lado de Robert Plant - ocupando a vaga “country”, ainda que esse trabalho seja uma junção de diversos gêneros. Alicia Keys, queridinha dos votantes, também parece certa aqui, enquanto que a vaga de rap (o ano foi bem fraco, aliás) pode ficar com Lil Wayne ou Jay-Z. Contudo, nenhum deles está na minha lista de principais concorrentes, que inclui ainda o mais recente álbum dos Eagles (preenchendo a vaga “tradicional” aqui):
• Viva La Vida Or Death and All His Friends, Coldplay • Long Road Out of Eden, Eagles • As I Am, Alicia Keys • Raising Sand, Robert Plant & Alison Krauss • In Rainbows, Radiohead
>>>
possibilidades [lista] E=MC2, Mariah Carey; Still Unforgettable, Natalie Cole; Detours, Sheryl Crow; Rockferry, Duffy; Lay It Down, Al Green; American Gangster, Jay-Z; Tha Carter III, Lil Wayne; Hard Candy, Madonna; Accelerate, R.E.M.; Weezer (Red Album), Weezer.
se eu votasse… 19, Adele; Viva La Vida or Death and All His Friends, Coldplay; Rockferry, Duffy; In Rainbows, Radiohead; Red Album, Weezer. alt: Blackout, Britney Spears; We Started Nothing, The Ting Tings; Vampire Weekend, Vampire Weekend.
categoria 2. GRAVAÇÃO DO ANO
Aqui não tem erro: os votantes sempre apostam nos grandes sucessos! Como a composição não importa tanto (eles dão mais atenção a isso na categoria abaixo), é possível esperar por trabalhos não tanto consagrados pela crítica nessa categoria, mas certamente teremos uma bela disputa do Reino Unido aqui. De um lado, uma banda consagrada que já ganhou um prêmio aqui. De outro, uma revelação que (repetindo o sucesso de Amy Winehouse no ano passado) teve um dos maiores hits do ano. Coldplay ou Duffy, quem vencerá? “Viva La Vida” provavelmente foi considerada para um prêmio desde o primeiro dia que foi lançada, até mesmo por todo o sucesso na parada da Billboard - e sabemos como artistas inglesas dificilmente alcançam a primeira posição. Já “Mercy” apareceu em tudo que é canto e é imbatível para alguns. Claro que temos muitos artistas americanos para “atrapalhar” o sucesso dois dois, caso de Madonna e sua colaboração com Timberlake, Rihanna e a cansativa “Take a Bow” e ainda outra revelação, a banda OneRepublic. Inicialmente até inclui a Leona Lewis, mas a categoria ficaria muito feminina na minha opinião.
• “Viva La Vida”, Coldplay • “Mercy”, Duffy • “4 Minutes”, Madonna feat. Justin Timberlake • “Apologize”, OneRepublic • “Take a Bow”, Rihanna
>>>
possibilidades [lista] “Pocketful of Sunshine”, Natasha Bedingfield; “Touch My Body”, Mariah Carey; “American Boy”, Estelle feat. Kanye West; “Spiralling”, Keane; “Bleeding Love”, Leona Lewis; “Lollipop”, Lil Wayne feat. Static Major; “I Kissed a Girl”, Katy Perry; “Stay”, Sugarland; “Last Name”, Carrie Underwood; “Pork and Beans”, Weezer.
se eu votasse… “Viva La Vida”, Coldplay; “Mercy”, Duffy; “Spiralling”, Keane; “House of Cards”, Radiohead; “Pork and Beans”, Weezer. alt: “American Boy”, Estelle feat. Kanye West; “Electric Feel”, MGMT; “Shut Up and Let Me Go”, The Ting Tings.
categoria 3. CANÇÃO DO ANO
Dizem que essa categoria é o sonho de qualquer compositor, mas nos últimos anos o que vimos não foi isso. Os votantes tem por tradição premiar artistas que compõem suas próprias músicas, portanto dificilmente algum compositor que seja exatamente famoso aparece para receber o prêmio aqui. Mas o fato é que eles são sempre indicados e nesse ano a disputa está particularmente interessante. Coldplay e Duffy devem repetir suas indicações para gravação do ano, visto que aparentemente são donos das músicas a serem batidas nessa edição do Grammy. O resto sempre é uma surpresa, como ocorreu com Plain White T’s no ano passado. Como Ryan Tedder não submeteu “Apologize” aqui, tem maiores chances de ser indicado pela canção que compôs para a Leona Lewis, o grande sucesso “Bleeding Love” - o único fato negativo é que o Jesse McCartney também é um dos compositores. Poderia até citar algum gênero mais alternativo aqui, mas como as típicas baladinhas americanas é que fazem essa categoria, não duvido nada que Rihanna também apareça com “Take a Bow”, mas por enquanto confio mais na dupla Sugarland e sua “Stay” - eles adoram canções de country e a aposta é quase certa (Carrie Underwood não teve nenhum grande hit nesse ano).
• “Bleeding Love”, Leona Lewis (comp. Jesse McCartney e Ryan Tedder) • “Love Song”, Sara Bareilles (composta por Sara Bareilles) • “Mercy”, Duffy (composta por Steve Booker & Duffy) • “Stay”, Sugarland (composta por Jennifer Nettles) • “Viva La Vida”, Coldplay (composta por Coldplay)
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possibilidades [lista] “Bye Bye”, Mariah Carey; “Girls in Their Summer Clothes”, Bruce Springsteen; “House of Cards”, Radiohead; “I Kissed a Girl”, Katy Perry; “Last Name”, Carrie Underwood; “Long Road Out of Eden”, Eagles; “Please Read the Letter”, Robert Plant & Alison Krauss; “Pretty Amazing Grace”, Neil Diamond; “Say”, John Mayer; “Stop and Stare”, OneRepublic; “With You”, Chris Brown.
se eu votasse… “Chasing Pavements”, Adele; “House of Cards”, Radiohead; “Love Song”, Sara Bareilles; “Marcy”, Duffy; “Spiralling”, Keane. alt: “Anyone Else But You”, The Moldy Peaches; “Say”, John Mayer; “Viva La Vida”, Coldplay.
categoria 4. MELHOR REVELAÇÃO
Tentativas de fechar as apostas nessa categoria são praticamente inválidas. Por mais que artistas consagrados por crítica e público apareçam por aqui, sempre é possível esperar por algumas surpresas, incluindo nomes que já foram submetidos outras vezes e agora tem uma maior chance - só assim para explicar a presença de Imogen Heap e Ledisi nas listas dos últimos anos. Por isso mesmo minha seleção poderá ter alguma modificação daqui para frente, visto que é composta apenas de nomes reconhecidos. Duffy é, na teoria, a favorita, seguida por Leona Lewis, a qual tem um dos hits do ano (”Bleeding Love”). Talvez a segunda leve certa vantagem pelo maior sucesso entre o público americano, uma vez que ocupou por determinado tempo a primeira posição na parada da Billboard, sem falar que Duffy tem um estilo muito “Amy Winehouse” e os votantes podem não querer uma repetição aqui. Restam os grupos como OneRepublic (novamente por ter uma das grandes músicas do ano) e The Ting Tings (muito alternativo?), já que o último a vencer foi Maroon 5, mas claramente a disputa está entre as cantoras. Entre as possibilidades, Estelle também tem grandes chances, ao passo que Lady Antebellum pode ocupar uma vaga country na categoria.
• Sara Bareilles • Duffy • Leona Lewis • OneRepublic • The Ting Tings
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possibilidades [lista] Adele; Colbie Caillat; Estelle; Jonas Brothers; Lady Antebellum; MGMT; Yael Naim; Katy Perry; Jordin Sparks; Tokio Hotel; Vampire Weekend.
se eu votasse… Adele; Duffy; Estelle; The Ting Tings; Vampire Weekend. alt: A Fine Frenzy; Sara Bareilles; MGMT; OneRepublic.
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