Uma pessoa que está cansada de um marasmo cotidiano,
que sopra as velas do próprio destino, por necessidade de mudança de algo indiferente a
memória e a loucura...
Que não sabe do essencial, procurando através de tentativas impensadas o louco, o desejo
de viver, a malícia de um mago...
Sei que não posso ser o que todos imaginam e pretendem de mim, mas faço com a cabeça
de um, no mínimo:
A lembrança
A Dúvida
A pertubação
Ou até mesmo a fantasia!!!
Vivo em um meio de loucuras como habitar natural... Como uma reta descendente desta
locura de viver ao máximo e ao seu extremo.
Fazer que minha música possa ser escutada aos quatro cantos e reconhecida como uma
arte singular, sem preconceitos ou hierarquias.
Apenas uma simples anormal do meio de estranhos, de observadores...
que faz de sua dança, a representação de algo maior a ser construído por meio de
muralhas de areias, sapateadas pelo vento, pela sorte e pela paixão.
um amor que poderá ser compreendido como normalidade do ser.
É simples me compreender, apenas tentar...
Faço o desafio...
(Monique Ivelise)
Feito de música para falar de música. Bailante para dançar. Poético para poetizar. Louco para enlouquecer.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Posso te ensinar como se fabrica os sete raios
Tais verdilhantes como são.
Posso não saber como sua imponência.
Viaja pelos céus
Mas, sei que os teus olhos fazem o mesmo
Sabem a horar de parar
sabem conquistar
Sabem delutar-se sobre a terra
Numa eletricidade mor.
Energia que transpassa o corpo e vive em meios
atemporais.
Sem data, sem hora e sem lugar.
Apenas perdidos
(Monique Ivelise)
Tais verdilhantes como são.
Posso não saber como sua imponência.
Viaja pelos céus
Mas, sei que os teus olhos fazem o mesmo
Sabem a horar de parar
sabem conquistar
Sabem delutar-se sobre a terra
Numa eletricidade mor.
Energia que transpassa o corpo e vive em meios
atemporais.
Sem data, sem hora e sem lugar.
Apenas perdidos
(Monique Ivelise)
Uma juventude sem rebeldia lembra
os antigos tempos.
Tempos que não voltam mais.
Passeatas e discursos vibram no rouco da voz,
passado já passado, não se cansa.
As horas eram perfeitas.
Os lugares exaltados, foram percorridos por formal
inabitáveis, desejáveis.
Um tempo amoroso, onde a lembrança ainda persiste.
Uma erva daninha, que sufoca os nervos.
Triste, oh atual, esqueci de uma juventude sem rebeldia.
Ainda lembra a tempos antigos.
Lembram o êxtase.
Lembra a tradição.
(Monique Ivelise)
os antigos tempos.
Tempos que não voltam mais.
Passeatas e discursos vibram no rouco da voz,
passado já passado, não se cansa.
As horas eram perfeitas.
Os lugares exaltados, foram percorridos por formal
inabitáveis, desejáveis.
Um tempo amoroso, onde a lembrança ainda persiste.
Uma erva daninha, que sufoca os nervos.
Triste, oh atual, esqueci de uma juventude sem rebeldia.
Ainda lembra a tempos antigos.
Lembram o êxtase.
Lembra a tradição.
(Monique Ivelise)
Bate a porta o desejo
Que está mais perto do longe
Da forte francamente infeliz
Então sou marginal sem esperança
Vivendo de restos de olhares
Se assim me caber.
Vivendo da fome famigerada.
Sonhando entre rouges e batons.
Vivendo num processo inverso da vida.
Perdendo entre gerúndios e ameaças.
Bate à porta de minha sala o
desconhecido que se foi para sempre.
(Monique Ivelise)
Que está mais perto do longe
Da forte francamente infeliz
Então sou marginal sem esperança
Vivendo de restos de olhares
Se assim me caber.
Vivendo da fome famigerada.
Sonhando entre rouges e batons.
Vivendo num processo inverso da vida.
Perdendo entre gerúndios e ameaças.
Bate à porta de minha sala o
desconhecido que se foi para sempre.
(Monique Ivelise)
A quem se fala em desistir
Portanto em esconder
Então sou um deles?
Ser um desistido ou desistidor?
Quero a ousadia, mesmo que essa
contrarie a norma já datada.
Quero o cansaço, invés da calmaria
Não pense que sou arbitrária, porém
sou fiel a minha causa
Fiel a vantagem da moeda
Ao laçe de sangue
Volto a pergunta:
Sou um deles?
Que continua o processo cansativo da
hierarquia
Monótona e fadonha.
então: Sou um?
Ou melhor: sou?
Nada
(Monique Ivelise)
Portanto em esconder
Então sou um deles?
Ser um desistido ou desistidor?
Quero a ousadia, mesmo que essa
contrarie a norma já datada.
Quero o cansaço, invés da calmaria
Não pense que sou arbitrária, porém
sou fiel a minha causa
Fiel a vantagem da moeda
Ao laçe de sangue
Volto a pergunta:
Sou um deles?
Que continua o processo cansativo da
hierarquia
Monótona e fadonha.
então: Sou um?
Ou melhor: sou?
Nada
(Monique Ivelise)
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Diego Luna








Biografia
Filho de Fiona Alexander, uma figurinista inglesa e Alejandro Luna, um cenógrafo mexicano que é um dos mais aclamados designers do teatro e cinema estabelecido no México. Sua mãe morreu em um acidente de carro quando Diego tinha dois anos de idade. Ela trabalhava na indústria cinematográfica e tinha certeza que esta era a vida que Luna escolheria. Seu pai também reforçou a importância do teatro e das artes em sua vida. A juventude, o faria se aproximar cada vez mais dos sets, despertando nele todos os diferentes aspectos de sua arte, promovendo o seu desejo de se tornar um ator e defender uma tradição familiar.
Esta data marca a ascensão de sua carreira e desde então vem filmando no México, Estados Unidos e Espanha com atores renomados como Salma Hayek, Kevin Costner, Tom Hanks e Penélope Cruz e nas telenovelas mexicanas com Gónzalo Vega, Gael García Bernal, Ludwika Paleta, Sergio Goyri, Laura León, Rebeca Jones e Sasha Sokol.
[editar]Carreira
Ele iniciou sua carreira no cinema aos seis anos, estrelando em uma peça chamada De Filme. Seu primeiro papel em telonas foi aos onze anos, quando estrelou no curta-metragem, El Ultimo Fin de Año. No ano seguinte participou de sua primeira telenovela, Vovô e Eu, Gael García Bernal, seu amigo de infância, interpretou o papel título. Depois de Vovô e Eu, Diego começou a receber mais e mais convites para trabalhar em peças de teatro, cinema e TV. Alternando cinema e televisão na década de 90, sua grande oportunidade veio em 2001 quando foi aclamado no filme Y tu mamá también, que se tornou um sucesso mundial. Diego estrelou mais uma vez ao lado Gael García Bernal, interpretando “Tenoch Iturbide”. Em 2002, veio o premiado Frida, com Salma Hayek. Estrelou ao lado de Bon Jovi em Vampiros: Os Mortos. Filmou também o western Open Range, em seguida Dirty Dancing: Noites de Havana, bem como O Terminal com Tom Hanks, e 171 com John C. Reilly. Em 2008, ele apareceu em Milk, filme baseado na vida do político e ativista gay Harvey Milk, Luna interpretou o extravagante, mas emocionalmente instável amante “Jack Lira”.
Um grande ator, bonito, alegre... é uma gracinha...hehehe
domingo, 4 de julho de 2010
Verdade que as coisas não são
da forma que se quer.
Isto aqui escrito pode ser
encarado como uma coisa
sem objetivo nem razão.
Palavras sem conexão
Sem lógica, ou mesmo razão
Expressam talvez um desejo
de coisas melhores, ou apenas
um desabafo.
Relato da vida de um ser nada parecido
Ser sem nada
Nada de nada.
Palavra por palavra.
(Monique Ivelise)
da forma que se quer.
Isto aqui escrito pode ser
encarado como uma coisa
sem objetivo nem razão.
Palavras sem conexão
Sem lógica, ou mesmo razão
Expressam talvez um desejo
de coisas melhores, ou apenas
um desabafo.
Relato da vida de um ser nada parecido
Ser sem nada
Nada de nada.
Palavra por palavra.
(Monique Ivelise)
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