domingo, 14 de novembro de 2010


o que são estas? eu? talvez? seria? o que sou? quem sou? talvez? nada? louca? desmedida? sorridente? chateante? eu? tu? não sei? talvez? talvez? talvez!!!!(Monique Ivelise)

Reverências ao pequeno rei, que desde de cedo,teve a dúvida de ser homem. Em meio de tudo: Ser ou não ser. um pequeno menino que não sabe que seu futuro será marcado por espinhos e cruzes. Que chora no seio de sua pequena grande mãe,; Maria.Pequeno botão de de singular maestria. Teu nome será proclamada durante as épocas e temporais. Seu poder, invejado pelos mais conhecidos palhaços que tomam contam da politica atual. Um e ao mesmo tempo três. O único. (Monique Ivelise)

O sol não ilumina mais os teus amargos sorrisos,Cansado não tem mais vontade, Procura novas fontes de alegrias, Procura surpresas,Um escuerzo...Que se transformará, Assim se espera, Ou pelo menos conta-se a história, Assim espera o sol, Novos ideais,Novos gostos, O Novo (Monique Ivelise)

O teu negro sabor, tem vontades próprias.Faz ousadias em meu ser. Tua escuridão, sente o medo que a mim é escondido. Procura um certo estrando, que navega nos mares sombrios da prazer. A ti não tenho forças, a ti sou o pecado e a morte. Um louco desejo de mais, vontade e coragem. Lágrimas que despertam pra utopia. (Monique Ivelise)

sábado, 13 de novembro de 2010

Comentadas vidas

Estou procurando por mim.
Não quero me encontrar.
Quero ser livre.
Vou fotografando as paisagens,
que insiste em ficar.
Capturo essências minhas, excitantes,
presas no oxigênio.
Pesco maneiras de não ser mais que sou.
Iscas que se desfazem na água.
Um meio de não me achar.
Sou um Lost americano,
uma Frida espanhola,
uma Garibalde.
Loucas
Insanas.
Permeáveis ao então.
Saudáveis ao talvez.
Estou procurando por mim.
Acaso ache, não me fale.

(Monique Ivelise)

Tempos atrás ( Poema antigo)

Aqui mora uma fortaleza,
abalada pelas relações.
Amores se desgastam como pedras,
que perdem seu status.
Perdeu a doçura do olhar,
o encanto em viver.
O vento, destruidor,
limpa os pequenos resquícios da paison.
Tempo, este, um senhor da morte.
Do vermelho que se agora se escureceu.
A rosa que se negreciou.
A fortaleza, um coração que se quebrou.
Sou rainha da ventania,
que foge através dos mares do esquecimento.
Aqui morou a fortaleza.
Aqui morou um coração,
que se embruteceu-se, faleceu.
Aqui mora alguém que se perdeu.

(Monique Ivelise)

Histórias...

Meu tempo é percorrido através de meio supreinvertidos
Tosado pelas senhoras gregas da vida.
As Parcas!Oh Afrodite!
Traz minha orientação, uma que não sei qual é.
Faço de vários tempos o meu presente.
Júlio de Cesar, índio brasileiro do Planalto Central boliviano.
Sou Cleopatra da Silva Vargas, escondida,
no meio de tantas loucuras.
Sou o antitempo da vaidade.
Me despi daquela farsa.
Hoje só sou alguém.
Que vaga pelo presente,
ou talvez pela loucura.

(Monique Ivelise)

domingo, 7 de novembro de 2010

Palavra de ordem: SAUDADE

Os sinas se buscam
em um sinal,
mesmo que vago;
em uma palavra.
Uma certa curiosidade,
uma certa loucura.

Mensagens sobre o canto
da janela.
Olhos cegos numa amarra.
Que busca,
os elogios indiscretos,
a maldição de se está só,
somente só.

Saudade de algo
que nunca se teve.
Dos beijos sonhados.
Dos risos atravessados,
De todos os sinais,
mal sinalizados.

(Monique Ivelise)