Grande centro da música latina, Cuba é mais que um país de Fidel ou Tche, mas um território que respira arte, dança e m´´usica. Seus incontáveis ritmos fazem aflorar uma sensualidade natural, tudo isso acompanhado de uma beleza geografica surpreendente.
Pai de artistas como: Orishas, Buena Vista Social Club, Yerba Buena... mostra que é possível viver de música, e sonha em meio de tudo.
Por sua elegância, Cuba se faz com um paráiso para arte, portanto, procriadora de melodias e de eventos.
Por isso merece um importância singular ao se falar de música e dança, por mostrar ao resto do mundo toda sua maestria ao musicar.
Então se faz necessário: Represent Cuba
Feito de música para falar de música. Bailante para dançar. Poético para poetizar. Louco para enlouquecer.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Escudos- Maria Gadu
Eu não tenho tempo pra falar teu nome
Eu não tenho nome pra você dizer
Meu café jamais vai matar sua fome
Nada que tu traga vai me apetecer
Sinistro parece que a gente se deu ao desfrute de nada
Tua tanga na manga do mágico falso
Tuas mãos na cartola teu corpo no palco
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Não contei ainda teus escudos sujos
Sabe que eu te estudo sem me aproximar
O teu santo gringo me mostrou teu mundo
Vi que no escuro tu fica a chorar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Eu não tenho nome pra você dizer
Meu café jamais vai matar sua fome
Nada que tu traga vai me apetecer
Sinistro parece que a gente se deu ao desfrute de nada
Tua tanga na manga do mágico falso
Tuas mãos na cartola teu corpo no palco
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Não contei ainda teus escudos sujos
Sabe que eu te estudo sem me aproximar
O teu santo gringo me mostrou teu mundo
Vi que no escuro tu fica a chorar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Maria Gadu
Maria Gadú é a aposta da Som Livre para 2009
Cantora paulista, ainda bem pouco conhecida pelo dito grande público, até mesmo em São Paulo, Maria Gadú é uma das apostas mais altas da gravadora Som Livre para 2009. Gadú - que faz participação na minissérie Maysa, ainda em fase de produção pela TV Globo - vai lançar o seu primeiro álbum por selo (Som Livre Apresenta) da companhia de discos associada à emissora carioca. A idéia é aproveitar a exposição que Gadú vai ter na série escrita por Manoel Carlos sobre a vida agitada de Maysa (1936 - 1977) para badalar músicas de seu disco em trilhas sonoras de novelas da TV Globo. Gadú ganhou a chance de exposição nacional porque sua voz despertou a atenção de Jayme Monjardim, diretor da minissérie. Na ficção, ela vai encarnar uma cantora que trabalha numa boate.
Fonte: http://blogdomauroferreira.blogspot.com/2008/11/maria-gadu-aposta-da-som-livre-para.html
Cantora paulista, ainda bem pouco conhecida pelo dito grande público, até mesmo em São Paulo, Maria Gadú é uma das apostas mais altas da gravadora Som Livre para 2009. Gadú - que faz participação na minissérie Maysa, ainda em fase de produção pela TV Globo - vai lançar o seu primeiro álbum por selo (Som Livre Apresenta) da companhia de discos associada à emissora carioca. A idéia é aproveitar a exposição que Gadú vai ter na série escrita por Manoel Carlos sobre a vida agitada de Maysa (1936 - 1977) para badalar músicas de seu disco em trilhas sonoras de novelas da TV Globo. Gadú ganhou a chance de exposição nacional porque sua voz despertou a atenção de Jayme Monjardim, diretor da minissérie. Na ficção, ela vai encarnar uma cantora que trabalha numa boate.
Fonte: http://blogdomauroferreira.blogspot.com/2008/11/maria-gadu-aposta-da-som-livre-para.html
Casuarina
Pra quem gosta de samba bom, chorinho maravilhoso, está ai uma grande chance de ficarem impressionados: Casuarina!!!! Criado por DanielMontes, Gabriel Azevedo, João Cavalcanti, João Fernado e Rafael Freire, o grupo tem o intuito de fazer um samba leve e puramente brasileiro, com as raízes fortes.
Buscam a renovação, mas mantém a importância dos grandes sambistas!!!
Vale muito a pena, oh se vale!!!
www.casuarina.com.br
Buscam a renovação, mas mantém a importância dos grandes sambistas!!!
Vale muito a pena, oh se vale!!!
www.casuarina.com.br
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Passos de um tango
O tango e sua origem humilde têm muito a mostrar a todos que desejam se aventurar por esta praia. Vou tentar mostrar como uma pessoa sente ao bailar nesta instância. O tango pode ser considerado o símbolo mor da sedução e da sensualidade. De ritmo quente e latino, o tango traz ás pessoas que dançam uma intensa vontade de se dar, de aliar desejo e dança que se misturam ao passar das notas.
Começa pelo traje do par, são roupas que escondem o misterioso. A mulher faz uso de vestidos que têm um corte arrojado e cores fortes, como o preto e principalmente o vermelho, que é a tão famosa cor da paixão. O homem, ternos que mostram a pose e elegância masculina.
Para começar tanguear, é necessário que ambos tenham em mente o espírito verdade da dança, que é de entrega do corpo ao outro e de sedução, que não está propriamente nos passos, mas num conjunto. Na dança, há um teatrar da vida real, os olhos devem se focar em um único alvo, seja ele o parceiro ou outra coisa no ambiente. São os olhos que mostram as intenções do dançarino, mostra decisão e principalmente o querer.
O corpo deve ser livre para vaguear pelas veredas de seu parceiro, mãos, pernas e pés fazem uma dança particular no outro. O toque deve causar arrepios, aquele arrepio que demora passar e tem inúmeras reações. O sussurro deve ser feito, de forma que ambos sintam a vontade de estremecer as estruturas do companheiro.
Ao começo da primeira nota, inicia então os passos ritmados, esquematizados. O casal se torna um, preso por vontade e por verdade do tango. Os movimentos entram em contado com uma superfície discreta. Violinos e acordeões passam a ser casal e vice versa, Homem é musica, é a metamorfose perambulante no ar, que tende ao desfalecer e nascer, a calmaria e a loucura. São mistos de sentimentos, onde tanguista sente vontade se despir diante as óticas do presente, sem qualquer medo ou pudor.
Mulher faz uso de fantasias para conseguir atenção de seu público e principalmente de seu amante na dança, se entrega para os rituais dionisíacos.
Homem recebe de inteiramente grado a oferta e procura reiniciar o arrepio e a loucura em sua companheira. Toca como se fosse à última; ama como se fosse o ultimato e sente como se fosse o amor.
Paixão inter-relaciona casal, público e ambiente, sem esperança de haver dias futuros, então o desejo se faz presente.
Por essas e por outras que a dança latina denominada de tango faz um grande sucesso nos corações dos amantes. De passos simples e um rebuscado enlace, fazem de dançarinos, atores de uma própria história, sem cenário ou diretor, apenas sentidos rubros e ofegantes.
(Monique Ivelise)
Começa pelo traje do par, são roupas que escondem o misterioso. A mulher faz uso de vestidos que têm um corte arrojado e cores fortes, como o preto e principalmente o vermelho, que é a tão famosa cor da paixão. O homem, ternos que mostram a pose e elegância masculina.
Para começar tanguear, é necessário que ambos tenham em mente o espírito verdade da dança, que é de entrega do corpo ao outro e de sedução, que não está propriamente nos passos, mas num conjunto. Na dança, há um teatrar da vida real, os olhos devem se focar em um único alvo, seja ele o parceiro ou outra coisa no ambiente. São os olhos que mostram as intenções do dançarino, mostra decisão e principalmente o querer.
O corpo deve ser livre para vaguear pelas veredas de seu parceiro, mãos, pernas e pés fazem uma dança particular no outro. O toque deve causar arrepios, aquele arrepio que demora passar e tem inúmeras reações. O sussurro deve ser feito, de forma que ambos sintam a vontade de estremecer as estruturas do companheiro.
Ao começo da primeira nota, inicia então os passos ritmados, esquematizados. O casal se torna um, preso por vontade e por verdade do tango. Os movimentos entram em contado com uma superfície discreta. Violinos e acordeões passam a ser casal e vice versa, Homem é musica, é a metamorfose perambulante no ar, que tende ao desfalecer e nascer, a calmaria e a loucura. São mistos de sentimentos, onde tanguista sente vontade se despir diante as óticas do presente, sem qualquer medo ou pudor.
Mulher faz uso de fantasias para conseguir atenção de seu público e principalmente de seu amante na dança, se entrega para os rituais dionisíacos.
Homem recebe de inteiramente grado a oferta e procura reiniciar o arrepio e a loucura em sua companheira. Toca como se fosse à última; ama como se fosse o ultimato e sente como se fosse o amor.
Paixão inter-relaciona casal, público e ambiente, sem esperança de haver dias futuros, então o desejo se faz presente.
Por essas e por outras que a dança latina denominada de tango faz um grande sucesso nos corações dos amantes. De passos simples e um rebuscado enlace, fazem de dançarinos, atores de uma própria história, sem cenário ou diretor, apenas sentidos rubros e ofegantes.
(Monique Ivelise)
sábado, 25 de julho de 2009
É necessário ser louco
O que se pode dizer da Fúria, que é encontrada em todas as pessoas, uma fúria que atormenta suas vidas, que traz tudo para o chão. Uma fúria que foi descoberta desde os primeiros minutos de vida do planeta Terra, que se mantém no presente e continuará pelo misterioso futuro, que nada sabe que nada vê ou ouve.
Fúrias que os gregos já denunciavam em suas obras, em seus pensamentos, em linhas e cantarolas, algo que é de difícil conclusão, mas fácil reconhecimento.
O furioso “sente os sentimentos” no auge da oportunidade, no auge do envolver, que queima as veias e percorre um caminho exato no corpo. Exemplo disso é a paixão, que consome os neurônios do cérebro, que aquece o que eles chamam de coração. Quem é apaixonado, não pensa, age; não respira, transpira. Tem um forte desejo, de querer, de obter a carne, com fúria no peito toma para si outro de maneira voraz, quase canabalista. Quem é apaixonada não quer saber de poesias, mas sim de movimentos, de sexualidade, de paison. Uma fúria que desperta os cinco ou mais sentidos que possam existir.
Um tango demonstra a maneira furiosa de ser, quando par se transforma em um único solista, que desempenha segunda a forma musical. Alguém que chegou ao êxtase de prazer já oferecido, que sente as formas geométricas, sem qualquer pudor ou vergonha. Um dançarino que molda sua vida, que molda os seus passos. Ao som do violino o casal desfalece em veneno perpetuo da transformação humana, desvia do real para se adentro no tal misterioso sem lógica.
A fúria tende a perturbar os corretos, que tem medo da aventura, medo de transpassar as cortinas da pontualidade, do relógio, que marcar os minutos de maneira desenfreada sem qualquer tolerância. Aproximas dos loucos que se mantém na forma mais pura de existir, que não se abalam com o medo e com o vermelho. Desejam o inevitável, quem sabe um pouco de sorte, antes de tudo desejam os pecados.
Monique Ivelise Pires de Carvalho
Fúrias que os gregos já denunciavam em suas obras, em seus pensamentos, em linhas e cantarolas, algo que é de difícil conclusão, mas fácil reconhecimento.
O furioso “sente os sentimentos” no auge da oportunidade, no auge do envolver, que queima as veias e percorre um caminho exato no corpo. Exemplo disso é a paixão, que consome os neurônios do cérebro, que aquece o que eles chamam de coração. Quem é apaixonado, não pensa, age; não respira, transpira. Tem um forte desejo, de querer, de obter a carne, com fúria no peito toma para si outro de maneira voraz, quase canabalista. Quem é apaixonada não quer saber de poesias, mas sim de movimentos, de sexualidade, de paison. Uma fúria que desperta os cinco ou mais sentidos que possam existir.
Um tango demonstra a maneira furiosa de ser, quando par se transforma em um único solista, que desempenha segunda a forma musical. Alguém que chegou ao êxtase de prazer já oferecido, que sente as formas geométricas, sem qualquer pudor ou vergonha. Um dançarino que molda sua vida, que molda os seus passos. Ao som do violino o casal desfalece em veneno perpetuo da transformação humana, desvia do real para se adentro no tal misterioso sem lógica.
A fúria tende a perturbar os corretos, que tem medo da aventura, medo de transpassar as cortinas da pontualidade, do relógio, que marcar os minutos de maneira desenfreada sem qualquer tolerância. Aproximas dos loucos que se mantém na forma mais pura de existir, que não se abalam com o medo e com o vermelho. Desejam o inevitável, quem sabe um pouco de sorte, antes de tudo desejam os pecados.
Monique Ivelise Pires de Carvalho
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