domingo, 8 de fevereiro de 2009








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Grammy 2009



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Rap completa 30 anos com destaque no Grammy


Gênero musical surgiu no final dos anos 1970 e, trinta anos depois, é um fenômeno de massas
O rap completa este ano três décadas, em um momento em que o ritmo volta ao seu auge, convertido em um fenômeno de massas, como mostra a grande quantidade de indicações recebidas para a cerimônia do Grammy, que será realizada neste domingo. Só um artista, Lil Wayne, recebeu oito indicações, o que revela que este é um gênero musical que nada deixa a desejar ao pop e ao rock. O rapper obteve o maior número de indicação ao Grammy, considerado o Oscar da música, e surgiu como o grande protagonista da cerimônia, que será realizada em 8 de fevereiro em Los Angeles. Seu álbum, "Tha Carter III", um sucesso comercial, com mais de 2,7 milhões de cópias vendidas em seis meses nos Estados Unidos, disputará o título absoluto de melhor disco de 2008 com "Viva la Vida or Death and all his friends", que concorrerá a sete prêmios. Derivado do hip-hop, o rap se tornou um dos pilares fundamentais desse movimento social e cultural, que tomou forma nos anos 1970 e que tinha também como marcos de identidade o grafite, o break e o ritmo imposto pelos djs das boates da periferia de Nova York. Nomes como Grandmaster Flash, Afrika Bambaataa e Kool Herc foram as referências do rap nos primórdios, e definiram o estilo de crônica social recitada que caracterizou o gênero até meados dos anos 1980. Aos 26 anos, Lil Wayne possivelmente se consagrará no Grammy como novo "rei" do rap, um estilo musical quase desconhecido há três décadas, quando, em 1979, o grupo The Sugarhill Gang transformou a música "Rapper's Delight" em sucesso de vendas. A música foi considerada o primeiro grande sucesso comercial do rap, com mais de oito milhões de cópias vendidas, e serviu para apresentar a canção às massas. Os resultados do The Sugarhill Gang demoraram a fazer efeito, no entanto, em termos de reconhecimento da indústria fonográfica dos Estados Unidos. Um exemplo disso é que somente em 1988 foi criada uma categoria específica de rap no Grammy. Nesse ano foi concedido o prêmio de melhor apresentação de rap de 1987, que foi conquistado por DJ Jazzy Jeff (Jeff Townes) & The Fresh Prince (Will Smith, agora astro de Hollywood) pela interpretação da música "Parents just don't understand". Na época, o gênero já fazia sucesso pelas mãos de artistas como Schoolly D ou Ice T, e era conhecido como "gangsta rap" (derivado da palavra gângster), após ter sido criado no litoral oeste dos Estados Unidos. Uma variedade de rap com letras violentas, alusões sexuais, drogas e armas que ficaria popular no final dos anos 1980 e 1990, e que criaria tanta atração entre grupos de jovens quanto animosidade entre os adultos. Durante os últimos anos do século XX houve tensões entre os rappers das duas costas dos EUA, e vários artistas promissores do gênero, como Tupac Shakur ou Notorious BIG, morreriam em brigas. Já ícones do momento, como Dr. Dre e Sean "Puff Daddy" Combs, seriam alçados à fama e se tornariam sucesso fonográfico. Em meio a este cenário surgiu Eminem, um artista branco que, na década de 1990, romperia barreiras em um meio popularizado por rappers negros, o que ajudaria a aumentar a popularidade do gênero. Este rapper, também conhecido como Slim Shady, chegou a fazer quatro filmes e conquistou, entre 1993 e 2003, nove Grammy, um prêmio que só criou as atuais categorias de música de hip-hop em 2004.
Iglesias e Liza Minnelli confirmam shows no Brasil
Redação iG Música
Cantores se apresentam no Rio e em São Paulo
Julio Iglesias e Liza Minnelli estão confirmados na agenda de shows do Brasil em março. Os dois veteranos se apresentam em São Paulo e Rio de Janeiro e os ingressos já estão à venda. Minnelli também passará por Porto Alegre e Brasília.
Julio Iglesias volta ao Brasil com o show que faz parte da turnê que comemora seus 40 anos de carreira e no repertório da apresentação entrarão seus maiores sucessos. Em São Paulo, o show será realizado no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, com ingressos de R$ 150 a R$ 500. No Rio, ele canta no Vivo Rio dia 17 com entradas de R$ 150 a R$ 400.
Liza Minnelli canta para os paulistanos no dia 19 de março. Acompanhada de uma orquestra, a cantora, atriz e bailarina deverá apresentar músicas que marcaram sua carreira, como “New York, New York” e “Cabaret”. O preço dos ingressos também varia de R$ 150 a R$ 500. No Rio, o show também acontece no Vivo Rio dia 24 com preços que vão de R$ 150 a R$ 400.
Além do eixo Rio-São Paulo, Minnelli canta no Teatro do Sesi em Porto Alegre dia 17 e no Centro de Convenções em Brasília dia 21
Sobe!
Em meio à crise financeira mundial, as vendas de músicas pela internet aumentam
Fernando Figueiredo Mello

Em meio à crise financeira mundial, um setor não dá sinais de desaquecimento: o da música digital.Em tabela do site da revista britânica The Economist, as receitas com vendas de música digital aumentaram 28% em 2008, apesar da pirataria (mais de 95% da música digital é obtida ilegalmente).Segundo os dados da IFPI, empresa representante da indústria de gravação musical no mundo, as vendas de música digital representam 20% do total das receitas da indústria fonográfica, num montante de quase US$ 4 bilhões. Para se ter uma idéia, em 2004, as vendas digitais representavam apenas 2% do total.
Por falar em legislação da web, os governos estão querendo endurecer as normas para quem compra ou baixa música pela internet de maneira ilegal. Fechar alguns sites, por exemplo, seria uma das medidas. Na última semana, o governo britânico propôs uma taxa de US$ 28,60 para cada residência que usa internet com banda larga. A decisão ajudaria a compensar os downloads piratas.No entanto, há uma corrente que defende rever a legislação em vez de seguí-la ao pé da letra. Essa linha acredita que as leis são completamente ultrapassadas, do século passado (e são mesmo!). Por exemplo, digitalizar um CD que você mesmo comprou é crime. Realmente, as leis precisam ser revistas e reformuladas, atualizadas para os tempos de hoje.
Obama admite ser fã de hit da cantora Beyoncé
Redação iG Música
Presidente Barack Obama admite ser fã do hit "Single Ladies", da cantora Beyoncé
Tudo aconteceu durante o encontro entre o presidente Barack Obama e a classe artística, ocorrido no Lincoln Memorial após os shows do concerto "We Are One: The Obama Inaugural Celebration".
O cantor John Legend gravou o momento em que o casal Obama cumprimentava os músicos presentes, e acabou pegando um rápido diálogo entre o presidente e a cantora Beyoncé.
Nele Michelle Obama diz "Senhor presidente, você não falou para Beyoncé sobre [a canção] 'Single Ladies'? Sua apresentação?"
"Eu não sou como Justin [Timberlake - se referindo a sátira que o cantor fez vestindo o maiô preto e dançando no programa Saturday Night Live]", disse o presidente. "Eu não vesti a roupa, mas não queria que minhas filhas pensassem que eu não poderia", completou com o ar despojado